Maré
Vinte minutos de estudo por dia. Sem batalhas, sem chantagem, sem ninguém a mandar estudar.
No ecrã, uma maré sobe com cada resposta. Quando o mar enche, acabou. E amanhã apetece voltar. É esse o truque todo: uma sessão que termina é uma sessão que se repete.
Acaba mesmo
Sessões curtas com fim à vista. Nada de listas infinitas de exercícios: os miúdos sabem sempre quanto falta, e o fim chega todos os dias.
Ninguém vê notas
Sem contagem de erros, sem vermelhos, sem vergonha. Errar tem outro destino: a pergunta volta noutro dia, com outra roupa, até a resposta sair segura.
O caderno ainda manda
Nos problemas a sério, as contas fazem-se no papel e fotografa-se o rascunho. Porque saber o resultado é metade: a Maré quer ver o caminho.
A honestidade dá pontos
Há um botão «não faço ideia», e vale mais do que atirar ao calhas. Responder depressa não vale nada. O esforço certo é o que conta, e conta-se sozinho.
Um painel que fala português de gente: «esta semana subiu nas frações; as percentagens precisam de ti, no papel». Frases, não gráficos. Cinco minutos por semana chegam para saber exatamente onde cada filho está. E o esforço deles converte-se em pontos que a vossa família troca pelo que fizer sentido na vossa casa.
Alinhada com as Aprendizagens Essenciais — hoje nos 5.º, 6.º, 7.º e 9.º anos, com o 8.º a caminho — em português de Portugal. Cada pergunta foi desenhada para que cada erro diga porquê: é isso que permite à Maré ensinar, e não só corrigir. Nasceu numa família com dois miúdos e um verão; hoje cresce em piloto fechado, família a família. Sem anúncios, sem contas públicas, dados guardados na Europa.
Já fazes parte? A tua entrada é o ícone no teu dispositivo — ou um código novo, se mudaste de aparelho. Esta porta é só a montra.